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Editorial
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Editora:  Cristina Alves
Instituição: RPOT
Revista: Volume 28, Fascículo II, p62 a p62

Editorial

No segundo trimestre de 2020, Portugal viveu o primeiro estado de emergência pós-25 de Abril e conseguiu controlar a disseminação potencialmente caótica da Covid-19. Viveram-se momentos dramáticos em alguns dos nossos Hospitais, mas a prevalência da infeção e a sua mortalidade no nosso país mantiveram-se longe daquilo que se verificou em Itália, Espanha e noutros países.

Na maioria dos Hospitais, a atividade cirúrgica eletiva e a atividade de Consulta, foram interrompidas, de forma a preservar recursos para os doentes Covid-positivos. Por outro lado, não estando permanentemente na ‘linha-da-frente’, os Ortopedistas estão, inevitavelmente, ‘em todas as linhas’, já que tratam doentes Covid-positivos e Covid-negativos. Muita literatura foi publicada num curto período de tempo, dedicada à segurança dos doentes infetados por SARS-Cov2 e das equipas dedicadas ao seu tratamento.

Dado realizarem cirurgias aerossolizantes, os Ortopedistas tiveram que prestar especial atenção à sua própria segurança e adotar procedimentos e equipamentos de protecção individual que permitissem tratar, com segurança, os doentes Covid-positivos e Covid-negativos. Os circuitos hospitalares foram reformulados, de forma a evitar contágios. Contudo, não existem áreas nem pessoas de risco zero e cada um tem que cuidar de si e de todos!

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