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Editorial
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Editora:  Cristina Alves
Instituição: RPOT
Revista: Volume 26, Fascículo I, p4 a p4

Editorial

A Ortopedia portuguesa é parca em exemplos de investigação multicêntrica, envolvendo múltiplas instituições e investigadores. Não existindo dados objectivos referentes à génese desta realidade, poder-se-á supor uma origem multifactorial, sendo provavelmente importantes os receios relativos à capacidade de coordenação, definição de liderança e autoria deste tipo de estudos, aliados à exiguidade de recursos disponíveis para a realização de investigação científica.

Em 2018, a RPOT incita os ortopedistas portugueses a construírem redes de colaboração, que permitam desenvolver estudos multicêntricos, aglomerando múltiplos autores e instituições, com consequente aumento do tamanho das amostras e da possibilidade de generalização dos resultados obtidos. Este desafio poderá ser particularmente interessante e aliciante para os Jovens Especialistas e Médicos da Formação Específica em Ortopedia, organizados em estruturas altamente dinâmicas como a JESPOT e a CISPOT. A SPOT, Sociedades Afiliadas, Secções e Grupos de Estudo, podem também desempenhar um papel fulcral junto de instituições públicas e privadas na captação de recursos e fundos destinados à investigação científica colaborativa. Além das vantagens em termos de metodologia científica, a investigação multicêntrica tem geralmente um impacto positivo significativo no aumento da qualidade dos cuidados prestados aos Doentes e Populações.

É tempo de cada um de nós olhar em volta, sair da sua zona de conforto, e perguntar a si próprio como e com quem pode Colaborar Mais e Melhor... e dar o primeiro passo. A RPOT quer publicar os resultados dessas colaborações!

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